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O último adeus!

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

              ...Antes de começar a ler, apenas quero que me prometa que não vai derrubar nenhuma lágrima, eu não as mereço...

Era verão, sim, a época que todos estavam se divertindo, saindo de casa de manha e só voltando á noite, aqueles dias que tudo que você quer é ficar na piscina o dia inteiro, bom, eu deveria estar fazendo aquilo. Eu fiquei sentada do parapeito da janela do meu quarto o verão inteiro, observando as crianças do meu bairro correrem e brincarem, enquanto o carrinho de sorvete passava e uma multidão de pessoas iam atrás, ficava ali observando os pássaros levando folhas para construir os seus ninhos, as árvores florescendo, por horas. Eu parei para pensar nas coisas a partir do dia que você se foi, o que aconteceu comigo? Eu costumava a ser forte! Ou eu estava enganada esse tempo todo?
 Eu tenho saido para pensar. Você ainda se lembra do nosso banco na pracinha da esquina? Hoje ele é o meu refugio do mundo. Sabe, quando você não está bem e não quer falar com ninguém? Você já se sentiu assim? Meio, sozinho? Fora isso, as coisas andam exatamente iguais desde o dia que você se foi, o sorveteiro continua passando, as folhas continuam caindo e as crianças continuam correndo pela rua. Mas e você, como vai as coisas? Sua família está bem? E seu pai, continua fazendo aquela coleção de selos? E a sua mãe, continua escrevendo aquele livro de receitas? Eu era louca pelas comidas dela... Mas, e você? Como anda a vida? E aquela menina bonita que passava em frente a sua casa todos os dias, ela continua lá? Espero que sim, também espero que você esteja feliz, bom, mesmo que não seja comigo. Não vou negar, nem mentir, eu ando me sentindo meio culpada, desde aquele dia, não sei porque, sou complicada sabe? Mas você também tem culpa nisso! É, quem mandou você entrar na minha vida e sair assim, do nada? Dói e dói muito. E sabe o que dói mais do que isso? É a tua ausência, tos teus abraços, dos teus beijos,e quer saber? Eu sinto tanta a tua falta e a cada dia que passa eu desejo mais um pouquinho que você volte. Eu peço todos os dias a Deus que quando eu for na pracinha lá estará você, sentado, comendo o seus tão adorados morangos, como costumava ser. Bom, eu só queria dizer que eu dei o meu melhor, eu fiz de tudo, eu tentei de tudo e eu suportei de tudo. Juro que tentei fazer, as coisas continuarem iguais, mas sem você aqui, as coisas não funcionam. Tetei fazer com que o lugar aonde eu vivia, um lugar suportável, mas como sempre eu estraguei tudo. Porque? Adivinha?! Eu confiei demais, eu acreditei demais, eu senti demais, eu fiz as coisas serem demais para mim. Era como você dizia, "nunca demonstre fraqueza para o inimigo, ele usará isso para te machucar ainda mais"... porque eu não te ouvi? Mas agora é tarde demais, você se foi, minha esperança também, apenas quero dizer que esta é a ultima carta que lhe envio, vou seguir minha vida, ou  melhor, tentar arruma-la, a vida continua né? Adeus meu querido, seja feliz. 

1 comentários:

Maysa Lobo disse...

Muiiiito, interessante o post. Adorei mt *-*

Venha me visitar tbm ;D

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Beijos @maysa_lobo

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